sexta-feira, 29 de março de 2019

Insulina de Ação Prolongada será disponibilizada pelo SUS. Mais uma conquista das Associações de Diabetes do Brasil. Confira!


O Diário Oficial da União de 27 de março (Quarta-Feira) publicou em sua edição a decisão de incorporação das insulinas análogas de ação prolongada no SUS, para tratamento de pacientes com diabetes Tipo I.  Essa conquista se da de uma luta de diversos segmentos da sociedade civil de todo o Brasil. Com uma ação da Associação de Diabetes Juvenil- ADJ, por meio da equipe das práticas de advocacy, ocorreu uma mobilização de associações de todo o Brasil, buscando garantir junto a CONITEC a incorporação das insulinas de ação prolongada.

Essa data ficara registrada na historia das pessoas que lutam pelo acesso e garantia para pessoas que convivem com o diabetes no Brasil. Mais uma campanha que teve êxito em um trabalho conjunto, mobilizando diversos agentes que atuam diretamente em municípios e estados paraibanos.
A ADJ agradece a Sociedade Brasileira de Diabetes e a todos que responderam à Consulta Publica e/ ou se engajaram nesta causa! Sabemos da importância desta insulina para todas as pessoas com diabetes tipo 1!

Não podendo deixar de registar os agradecimentos a toda equipe da Conitec e em especial ao Dr. Denizar Vianna, Secretário do SCTIE (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde)! Agora são 180 dias para entrar efetivamente do SUS! #adjadvocacy



quinta-feira, 14 de março de 2019

GT: Ambulatório Multidisciplinar para Pacientes com Diabetes HUJB-Ebser

Em continuidade ao GT do ambulatório Multidisciplinar para atendimento de Crianças e Adolescentes com diabetes, a equipe do HUJB e Gada Cajazeiras participaram de uma capacitação nesta quarta-feira (13), sobre: “Diabetes – visão geral” e “Insulinas – Cuidados no armazenamento e orientação de uso”. Ministrada pela Educadora da Lilly Tamara Ramos por meio de videoconferência.  



sexta-feira, 1 de março de 2019

Diabetes e Carnaval: 8 dicas para não deixar amarga sua doce folia.

O Carnaval é uma festa popular esperada por todos o ano inteiro. Muitos dizem até que o ano começa só após esse feriado. Justamente para tudo não “começar” errado em 2019, temos aqui 8 dicas de ouro voltadas para a pessoa com diabetes.
Com elas, o Carnaval não corre o risco de amargar:

1- Ter sempre o cartão de identificação informando que possui diabetes

Durante a folia, um estado de glicemia alto ou baixo demais pode ser confundido com embriaguez. Por isso, um cartão de identificação salva vidas!
carnaval e diabetes: pode beber suco, álcool glicemia

2- Não se esquecer de guardar uma fonte de açúcar no bolso

A melhor opção é o sachê de açúcar líquido. Ele deve ser usado em caso de hipoglicemia e possui embalagem plástica (não rasga e pode ser molhada).

3- Medir a glicose com mais frequência durante a folia

Nas festas, é fundamental checar a glicose com mais regularidade. Se a rotina muda, as glicemias também podem mudar. Essas avaliações frequentes guiarão as condutas do paciente.
Resultado de imagem para diabetes e carnaval

4- Ter sempre os medicamentos em mãos ou uma caneta/seringa de insulina

O diabetes não tira folga. Mesmo durante as brincadeiras de Carnaval, pode ser necessária a correção da glicose.

5- Alimentar-se em casa antes de sair para as festas

Isso faz com que o paciente não caia na armadilha de, durante a farra, ingerir alimentos altamente calóricos (que alteram mais a glicemia), com mau estado de conservação etc.

6- Ingerir líquidos com frequência

A água é a melhor opção. Evite bebidas muito calóricas, como sucos. Elas podem elevar demasiadamente as glicemias em um momento um pouco mais complicado de controlá-las.

7- Tomar cuidado com as bebidas alcoólicas

Elas podem promover tanto níveis bem baixos de glicose no sangue como também muito elevados. O ideal é não ingerir álcool.
Mas, se fizer isso, que seja com moderação – e intercalando os goles com muita água e medição frequente de glicose.

8- Usar calçados confortáveis

As multidões normalmente tomam conta da folia. Horas e horas a fio dançando, brincando… As bolhas nos pés podem surgir!
Mais: onde há multidões, há tropeções, pisadas nos pés, machucados. Por isso, é importante colocar calçados fechados e meias de algodão para evitar machucados, feridas e bolhas.
Fonte de Apoio:https://saude.abril.com.br/blog/futuro-do-diabete/diabetes-e-carnaval-8-dicas-para-nao-deixar-amarga-sua-doce-folia/

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

A IDADE EM QUE VOCÊ FOI DIAGNOSTICADO COM DIABETES TIPO 1 PODE FAZER UMA PREVISÃO IMPORTANTE.

Quantos anos você tinha quando foi diagnosticado com diabetes tipo 1? Sua resposta pode prever seu risco de desenvolver distúrbios autoimunes adicionais.
O diabetes tipo 1 é um distúrbio auto-imune no qual o sistema imunológico do corpo começa a “atacar” as células do pâncreas que produzem insulina. A causa exata do diabetes tipo 1 é desconhecida, embora alguns fatores de risco possam incluir história familiar, genética e possivelmente exposição a vírus ou fatores ambientais. Embora o diabetes tipo 1 possa começar em qualquer idade, é mais comumente diagnosticado entre 4 e 7 anos e 10 e 14 anos de idade.
Um estudo publicado na revista Diabetes Care em janeiro analisou dados de 1.212 pacientes do Centro de Diabetes da Universidade de Washington e descobriu que pessoas que foram diagnosticadas com diabetes tipo 1 mais tarde na vida tinham um risco maior de desenvolver doenças autoimunes.
Idade 10 ou menos no momento do diagnóstico: 68,7 por cento não tinham doença auto-imune adicional, 21,8 por cento tinham um, 7 por cento tinham duas.
Idade 11 a 20 no momento do diagnóstico: 67,6 por cento não tinham doença auto-imune adicional, 22,3 por cento tinham uma, 8,5 por cento tinham duas.
Idade 21 a 30 no momento do diagnóstico: 66,7 por cento não tinham doença auto-imune adicional, 23,1 por cento tinham uma, 7,4 por cento tinham duas.
Idade 31 a 40 no momento do diagnóstico:  59,6 por cento não tinham doença auto-imune adicional, 29,5 por cento tinham uma, 6,9 por cento tinham duas.
Idade 40 anos ou mais no momento do diagnóstico: 52,5 por cento não tinham doença auto-imune adicional, 28,7 por cento tinham uma, 11,2 por cento tinham duas.
A amostragem com mais de 40 anos também apresentou a maior porcentagem de pessoas que desenvolveram três doenças autoimunes adicionais (4,2%) e quatro ou mais doenças autoimunes adicionais (3,5%). Apenas 0,8 a 3,4 por cento das pessoas nas amostragens dos mais jovens desenvolveram três doenças auto-imunes em comparação. Menos de um por cento desenvolveu quatro ou mais.
O estudo também descobriu que as mulheres eram mais propensas que os homens a desenvolver doenças autoimunes adicionais. As doenças autoimunes associadas ao diabetes tipo 1 mais prevalentes foram a doença da tireoide, doenças vasculares do colágeno e anemia perniciosa.
Os autores do estudo recomendaram que indivíduos diagnosticados com diabetes tipo 1 em idade mais avançada (particularmente mulheres) devam ser monitorados quanto a outras condições autoimunes.
Ser diagnosticado com uma segunda (ou terceira ou quarta) doença crônica pode ser difícil, como a contribuinte Mighty, Katie Jo Ramsey, discutiu. Ela compartilhou suas três dicas para obter outro diagnóstico: Escute seu corpo, valorize sua saúde e deixe-se chorar. Ela escreveu:
Dar a si mesmo o espaço para lamentar suas doenças não é um auto-padecimento. Mesmo que você esteja acostumado a ficar doente, é um golpe descobrir que mais uma coisa está errada com seu corpo. Deixe-se chorar por isso. Converse com um amigo. Volte para ver seu conselheiro. (Isso é o que eu fiz.)
Se você tem um diagnóstico, dois ou cinco, espero que você seja corajoso e valorize a si mesmo hoje.

https://www.tiabeth.com/index.php/2019/02/07/a-idade-em-que-voce-foi-diagnosticado-com-diabetes-tipo-1-pode-fazer-uma-previsao-importante/

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

QUAL PORCENTAGEM DE CADA TIPO DE DIABETES NA POPULAÇÃO?


Um estudo da Universidade de Iowa procurou determinar exatamente qual porcentagem de pessoas nos EUA tem diabetes tipo 2 e quantas têm diabetes tipo 1. Como esperado, existem muitos mais com diabetes tipo 2 do que o tipo 1.
Os autores do estudo dizem que 8,5% dos adultos americanos têm diabetes tipo 2, enquanto 0,5 por cento foram diagnosticados com diabetes tipo 1. Eles descobriram que 91,2% dos casos de diabetes são casos de diabetes tipo 2 e 5,6% dos casos de diabetes são do tipo 1.
POR QUE ESSES NÚMEROS SÃO IMPORTANTES?
Segundo o principal autor do estudo, Wei Bao, professor assistente de epidemiologia na Faculdade de Saúde Pública, esses resultados são importantes para a alocação de recursos. Além disso, “Esses dois tipos de diabetes diferem não apenas por suas causas, mas também por suas manifestações clínicas e estratégias de tratamento”, diz ele.
Em relação ao diabetes tipo 2, Bao diz que “o diabetes tipo 2 pode ser prevenido através de mudanças no estilo de vida, mas até agora não existe um método estabelecido para prevenir o diabetes tipo 1”.
Este estudo recebeu seus dados do National Health Interview Survey do CDC, que é realizado todos os anos por pessoas que vão de porta em porta perguntando ao público sobre sua saúde. Eles perguntaram às pessoas se elas haviam sido diagnosticadas com diabetes tipo 1, tipo 2 ou outro tipo de diabetes e anotaram essas respostas. Como resultado, uma limitação do estudo poderia muito bem vir de erros auto-relatados.
AMBAS AS TAXAS DE DIABETES CONTINUARÃO A SUBIR?
A Universidade de Iowa diz que Bao “espera que mais americanos relatem diabetes tipo 2 como resultado da epidemia de obesidade em curso. Mas ele também não ficaria surpreso se mais adultos tivessem diabetes tipo 1 por causa dos melhores tratamentos que mantêm os pacientes vivos por mais tempo ”. A essa altura, ele disse a eles: “O diabetes tipo 1 costumava ser letal para crianças anos atrás e, portanto, as crianças que tinham a doença tinham menos tempo de vida”, diz ele. “Agora, o tratamento foi melhorado para ser tão eficaz que muitas crianças sobreviverão até a idade adulta”.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Você sabe qual é a atuação de uma associação de diabetes?

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Na internet, muitas associações de diabetes têm criado suas páginas, colocado suas iniciativas, mas muitos dos internautas não sabem perfeitamente qual é o papel de uma associação e como ela pode ajudar a sociedade.
Para começarmos, é importante saber que as associações são Organizações Não Governamentais que ganharam força no Brasil em 1992, quando governantes de 108 países e 9 mil ONGs se reuniram no Rio de Janeiro para discutir os rumos ecológicos do planeta. A Rio-92, como foi batizado o encontro, entrou para a história das organizações não governamentais brasileiras. Nunca elas haviam conseguido tanto destaque e espaço para debater suas posições, lado a lado com os mais importantes chefes de Estado.
As ONGs são as ferramentas que a população tem para participar da sociedade. São pessoas que se unem por uma causa comum, lutando por ideais que consideram relevantes e, até por isso, focadas e especializadas nesses temas. O papel das ONGs atualmente é muito abrangente, visto que elas podem atuar em várias frentes, desde lidar com as tensões e desigualdades sociais, os problemas decorrentes da superpopulação das grandes metrópoles, até as questões ecológicas. O contexto em que vivemos exige uma atuação cada vez maior e mais eficiente por parte das organizações não governamentais.
Hoje, o envolvimento das pessoas em diabetes, seja na tomada de decisões clínicas que lhes digam respeito, seja na sensibilização para as políticas de saúde que as afetam, na partilha de experiências com outras pessoas com a mesma condição ou mesmo no contributo ativo para a ciência e investigação clínica – é visto como uma mais-valia inquestionável para o progresso da saúde.
Segundo Graça Camara, psicóloga e coordenadora do Projeto Educando Educadores, surgido a partir de uma parceria entre a ADJ Diabetes Brasil, a Sociedade Brasileira de Diabetes e a Federação Internacional de Diabetes, na educação em diabetes, as associações fornecem ferramentas que ajudam a entender o que acontece com o seu organismo quando estes recebem o diagnóstico de diabetes, respeitando as diferenças de compreensão e hábitos de vida de paciente. Assim, as pessoas poderão desenvolver comportamentos de autocuidado e alcançar resultados a curto e a longo prazo.
Além disso, dentro das associações, as pessoas podem adquirir educação em diabetes também por meio de grupos de apoio especializados, que podem compartilhar experiências com outras pessoas, que têm a mesma condição. Esses grupos facilitam também o compartilhamento de ideias sobre as formas de cuidar do diabetes, preparação de alimentos e sobre a ação da atividade física no organismo.
Outra função muito importante é que muitas associações estão ajudando as pessoas a conhecerem seus direitos e batalhar pelo acesso ao tratamento adequado. Isso é o que chamamos de advocacy: meios pelos quais as pessoas podem lutar pelos seus direitos e ter sua voz ouvida pelos formuladores de políticas públicas e tomadores de decisão. É na verdade um sinônimo de defesa e argumentação em favor de uma causa. É um processo de reivindicação de direitos, que têm por objetivo influenciar na formulação e implementação de políticas públicas, que atendam as necessidades da população.
Voluntariado em ONG’s
Independentemente das áreas de atuação das ONGs, muitas delas têm dificuldade de encontrar pessoas engajadas que queiram ser voluntárias, para otimizar sua atuação na sociedade.
Por isso, perguntamos: Por que não inserir um trabalho voluntário no nosso dia a dia? Sim, temos nossas preocupações, agenda lotada de compromissos e ainda precisamos reservar um espaço para o descanso. Realmente não é fácil. Mas, como nós administramos o tempo e não o contrário, é possível dedicar um fim de semana por mês, um dia por semana ou mesmo uma hora do dia para uma atividade voluntária, não é mesmo?
E não é tão difícil. Ser voluntário é uma relação humana, rica e solidária. É uma iniciativa que pode ajudar tanta gente e, ao mesmo tempo, ser tão recompensadora que não nos damos conta de que nós mesmos muitas vezes somos mais beneficiados do que a pessoa “carente” naquela ação.
Segundo as Nações Unidas, o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem-estar social, ou outros campos.
Por exemplo, na ADJ Diabetes Brasil, o trabalho voluntário pode ser realizado dentro das possibilidades das pessoas e que, com o gerenciamento do tempo, os participantes têm a sensação de dever cumprido. Além disso, o voluntário tem a certeza que pode abrir uma janela, que pode se tornar muito recompensadora, ao sentir o quanto pode se tornar útil e fazer a diferença na vida de outra pessoa.
Se você ficou empolgado com este texto e quer se tornar um voluntário, o Portal preparou um mapa das Associações do Brasil. Veja: https://bit.ly/2E4s6Xl
Mas, caso você queira conhecer outras ONG’s para se candidatar ao trabalho voluntário, é só acessar o site Atados (https://www.atados.com.br/), plataforma social online que conecta pessoas a oportunidades de voluntariado em causas sociais de diversos segmentos.
Esclarecimento aos usuários

F: https://debemcomavida.accuchek.com.br/voce-sabe-qual-e-a-atuacao-de-uma-associacao-de-diabetes/

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Controle de doenças crônicas é prioridade da OMS para 2019.



A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou quais são as prioridades da saúde para 2019. Dentre elas, destaca-se o controle de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes que, só no Brasil, atinge mais de 13 milhões de pessoas. Para conter seu avanço, a OMS propõe atuar junto aos governos a fim de atingir a meta global de redução em 15% da inatividade física até 2030, o que pode ser feito por meio de implantações de políticas públicas que incentivem a prática de exercícios diários.
Segundo a OMS, sedentarismo, assim como tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, má alimentação e poluição do ar, é fator de risco que impulsiona o crescimento da incidência das doenças crônicas. Além disso, a decorrente obesidade está entre as principais causas do diabetes tipo 2.
A Sociedade Brasileira de Diabetes compreende a importância de colocar em prática medidas efetivas para o combate de doenças crônicas. Os especialistas da instituição estão à disposição para comentar a lista divulgada pela OMS.

F: https://www.diabetes.org.br/publico/noticias-sbd/1780-controle-de-doencas-cronicas-e-prioridade-da-oms-para-2019