sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

FNDE lança guia de alimentação escolar para estudantes com necessidades alimentares especiais


Com o objetivo de auxiliar o profissional nutricionista na elaboração de cardápios diferenciados para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o qual beneficia diariamente 41 milhões de alunos em todo o país, foi lançado recentemente - pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da educação (FNDE) - o primeiro Caderno de Referência sobre Alimentação Escolar para Estudantes com Necessidades Alimentares Especiais.
De acordo com a Lei nº 12.982/2014, é obrigatória a elaboração de cardápios diferenciados para a alimentação escolar de estudantes com alergia alimentar, diabetes, doença celíaca, intolerância à lactose e/ou outra necessidade alimentar especial. Sendo assim, o guia traz informações e recomendações práticas para subsidiar o profissional na adaptação do cardápio escolar, além de apoiar os gestores no atendimento aos alunos que apresentam alguma dessas condições clínicas.

Fonte:http://www.diabetes.org.br/publico/colunas/142-dra-maristela-strufaldi/1491-fnde-lanca-guia-de-alimentacao-escolar-para-estudantes-com-necessidades-alimentares-especiais

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

MENSAGEM DE NATAL E ANO NOVO A TODOS OS LEITORES DO BLOG EU TIPO I E A DIABETES

Estamos chegando ao final de mais um ano. É tempo de refletir e agradecer a Deus, pela condução de nossas vidas e aos familiares e amigos pelo gesto de carinho e confiança. 
Já é chegado o Natal, tempo de recomeçar, de fazer reviver a paz, o amor, a fraternidade e todos bons sentimentos existentes dentro de cada um de nós e que nos fazem acreditar que é possível viver uma vida melhor. É momento de caminharmos para um Ano Novo de muitas expectativas e realizações. 

O Blog Eu Tipo I e a Diabetes e o Grupo de Amigos Diabéticos em Ação-GADA de Fato deseja a todos os amigos e web-leitos, um Natal repleto de felicidade, saúde e paz. 

Feliz Natal e Prospero ano Novo. 


Conheça os benefícios dos ovos!

Deise Santiago*
At Easter, attention turns to the egg. Here are some tips for enjoying them. (Fotolia)
Desde a metade do século XX, os ovos são alvo de estudo de médicos e nutricionistas. Um dos maiores estudos populacionais já realizados, o Framingham avaliou o efeito do consumo de ovos nos seus participantes no período de 24 anos. Nesta pesquisa, o consumo médio de seis ovos por semana para homens e quatro ovos por semana para mulheres não aumentou o risco de problemas cardíacos. No entanto, as pessoas que consumiram uma quantidade muito maior da estabelecida no estudo, apresentaram maior risco de desenvolver diabetes mellitus tipo 2.
Duas grandes pesquisas relacionadas ao Estudo de Saúde das Enfermeiras (Nurses Health Study – NHS) e Estudo dos Profissionais de Saúde (Health Professionals Follow-Up Study – HPFS), realizadas na Universidade de Harvard, acompanhadas desde 1976 (NHS) e 1986 (HPFS), com mais de 120 mil participantes, conseguiram avaliar o efeito do consumo de ovos especificamente em pessoas com diagnóstico de diabetes. Segundo dados encontrados, pacientes com diabetes, que consumiram mais de um ovo por dia, apresentaram maior risco de sofrer doenças cardiovasculares. Posteriormente, outros resultados foram alarmantes em outro trabalho, o HPS, onde se constatou que pessoas com diabetes, que consumiram mais de sete ovos por semana, ficaram mais propensas à infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e morte.
Muitas críticas foram feitas ao estudo, principalmente por ter sido realizado com norte-americanos, que não se alimentam de forma saudável e, por este trabalho ter sido aplicado em outros países, com resultados diferentes.
Para fazermos um julgamento honesto, precisamos dar “mão à palmatória”, o ovo de galinha é rico em colesterol, mas em contrapartida é uma importante fonte de proteína, de compostos carotenoides, de arginina e folato. Além de conter ferro e zinco que ajudam a evitar anemia, é um dos poucos alimentos que apresentam vitamina D (a mesma que produzimos quando tomamos sol). Ainda possui vitamina A, K e E (as duas últimas antioxidantes); previne problemas de visão por conter luteína e zeoxantina.
Existem ainda ovos com maior quantidade de ômega-3. São iguais aos convencionais, porém a ração oferecida às galinhas contém linhaça, o diferencial que faz com que esse tipo de ovo tenha de três a cinco vezes mais ômega-3 do que os tradicionais.
Quando falamos em gordura “boa” podemos estar nos referindo ao colesterol também. Como já mencionado, o ovo tem colesterol e gorduras saturadas, as quais são usadas para a produção de hormônios sexuais, para a formação dos sais biliares, para a absorção das vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) e para ajuda na formação dos tecidos. Portanto, a gordura é importante para o funcionamento harmonioso do organismo. Quando consumida em excesso associada ao sedentarismo e predisposição genética, ocorrerá alterações no sangue. Sou contra o consumo excessivo de qualquer tipo de alimento. Nenhum deles é milagroso ou vilão. A diferença entre remédio e veneno está na dose e o mesmo se aplica aos alimentos.
Oriento os meus pacientes com diabetes a adotarem um estilo de vida saudável, ou seja, o consumo de uma dieta equilibrada personalizada, a prática de exercícios físicos regulares, o uso de medicação adequada e pelo menos oito horas de sono por noite, isso é o que chamamos de conjunto de ações que trazem qualidade de vida.
A maioria dos estudos comprova que consumir um ovo por dia não é prejudicial à saúde, o problema está na combinação dos carboidratos ingeridos com ele (pão, arroz, doces). Dessa maneira, o organismo produzirá mais LDL-colesterol, conhecido como o “ruim”. Somente o ovo mexido e omelete fazem nosso corpo produzir o HDL-colesterol, o “bom”; é insaturado, ou seja, possui espaço para “encaixar” as gorduras ruins e retirá-las do nosso organismo. Por isso, ter HDL disponível é positivo.
Nunca devemos consumi-lo frito. Utilize de preferência uma frigideira antiaderente para não usar qualquer tipo de óleo. Se preferir na versão cozida, apenas 12 minutos em água fervente são necessários para essa deliciosa iguaria.
Como qualquer alimento, o ovo possui calorias que, se consumidas em excesso, causarão aumento de peso. Para que isso ocorra, precisa estar associado ao sedentarismo e dieta não balanceada.
*Deise Santiago é Nutricionista Clínica e Esportiva, Educadora em Diabetes (IDF, SBD, ADJ), Coach de Emagrecimento (Instituto Health Coaching).

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Diabetes e cirurgias: da cicatrização à infecção

Diabetes e cirurgias: da cicatrização à infecção

Pelos dados de 2014, a estimativa é que cerca de 11,9 milhões de brasileiros apresentam diabetes e que em 2035 este número chegue a 19 milhões. Diante deste cenário, é – e será – cada dia mais comum que esses pacientes precisem passar por algum procedimento cirúrgico. Dessa forma, saber informar e preparar o paciente para que não aconteçam complicações é o objetivo da equipe de profissionais envolvidos. E, para facilitar, é importante que você, paciente diabético, saiba de algumas informações. Vamos começar?
Quanto mais a glicemia está controlada, melhor a recuperação. Sabemos que tanto pelo risco de infecções e na cicatrização, quando mais controlado está o Diabetes, menores riscos de infeção e melhor a qualidade da cicatrização. Mesmo em pequenas cirurgias, o risco de infecção existe e, portanto, evitar tanto hiperglicemia (aumento de glicose) como hipoglicemia (queda de glicose) é fundamental para o processo cirúrgico.
Diabetes controlado é igual a coração com menos riscos. Uma dos fatores que preocupa quando um paciente diabético vai se submeter à procedimentos cirúrgicos é o risco cardíaco. Sabemos que pacientes diabéticos apresentam maiores chances de infartos, por exemplo, e quanto mais bem controlado está o paciente, os riscos são menores.
Para cirurgias programadas, as ditas eletivas, prefere-se um nível de Hemoglobina glicada menor que 8,5%. A escolha da melhor hemoglobina glicada, no entanto, pode variar conforme o procedimento que o paciente vai ser submetido e do julgamento do médico que o acompanha.
Monitorizar, esta é a palavra chave durante o internamento. Manter controlados os níveis de açúcar no sangue do paciente e no período do procedimento e do pós operatório, evitando oscilações. Também é importante saber quanto tempo o paciente ficará de jejum e também os ajustes necessários dos medicamentos.

Cada hospital deve estar preparado. É muito importante que o paciente diabético saiba se o hospital tem uma equipe treinada para atender pacientes diabéticos internados. Oscilações dos níveis de glicose são esperadas e ter protocolos de atendimento (com insulina, por exemplo, caso a glicemia suba) torna mais fácil de manejar estas situações.

FONTE: http://www.diabetes.org.br/publico/diabetes-em-debate/1596-diabetes-e-cirurgias-da-cicatrizacao-a-infeccao

sábado, 2 de dezembro de 2017

PRIMEIRA INSULINA BIOSSIMILAR CHEGA ÀS FARMÁCIAS

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Conforme Divulgado em maio de 2017, na ocasião da liberação da Anvisa  de sua apresentação no início de novembro, acaba de chegar às farmácias do Brasil a primeira insulina biossimilar do País.
A Basaglar, produzida e comercializada pela Lilly e a Boehringer Ingelheim, já encontra-se à disposição por um preço equiparável ao de uma insulina NPH, forçando o mercado a reduzir significativamente o preço das insulinas glargina já existentes anteriormente.
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Evento de apresentação da Basaglar (07/11/2017) em São Paulo. Imagem: DEN
Com a chegada da nova insulina, o consumidor é quem ganha na economia, podendo escolher entre a caneta descartável ou refil para canetas de aplicação. “Com o lançamento, passamos a contar com uma nova opção de insulina glargina igualmente eficaz ao medicamento biológico de referência que, além de mais acessível, oferece um conjunto de ferramentas para apoiar o paciente em sua jornada de tratamento, características extremamente importantes no manejo de doenças crônicas como o diabetes”, afirma Marcela Caselato, Gerente Médica de Diabetes da Lilly.
O lançamento da Basaglar fez com que a Lilly disponibilizasse um programa de suporte ao paciente, o Comece Melhor, destinado não apenas a quem usa o produto, mas também a familiares e cuidadores, contando com vídeos educativos para facilitar o início do tratamento com insulinas, além de oferecer orientações gratuitas e online.
Fonte:https://diabetesesporteenatureza.com.br/2017/12/01/primeira-insulina-biossimilar-chega-as-farmacias/

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Diabetes e estresse

Diabetes e estresse

O estresse é uma reação do seu corpo quando ele sente como se estivesse sob um ataque. Os desencadeantes do estresse podem ser físicos (lesões ou doenças) ou mentais (problemas no casamento, no trabalho, financeiros).

Quando o estresse aparece, seu corpo se prepara para atacar-ou-correr. Esta reação desencadeia a liberação de níveis elevados de diversos hormônios que servem para mobilizar uma grande quantidade de energia que está estocada na forma de açúcar e gordura e devem ir até as células para que o corpo reaja ao perigo. Porém, em diabéticos esta resposta “atacar-ou-correr” não funciona bem, pois a insulina não consegue levar esta energia extra para dentro das células. E a glicose sobe no sangue.
Desta forma, os hormônios de estresse podem alterar diretamente sua glicemia, impedindo seu corpo de produzir insulina ou mesmo utilizá-la adequadamente.
Em pessoas com diabetes, o estresse pode afetar a glicemia de duas formas:
1. Pessoas estressadas não conseguem se cuidar adequadamente. Podem abusar de álcool ou fazer menos exercício. Podem se esquecer de medir sua glicemia, não conseguir ajustar seu tempo para realizar atividade física ou comer adequadamente.
2. Os hormônios de estresse podem alterar a glicemia diretamente: o estresse mental em DM1 pode se elevar ou diminuir muito a glicemia; em DM2 o estresse tende apenas a elevar a glicemia. Sob estresse físico, como cirurgias ou doenças, a glicemia tende a subir tanto em DM1 quanto DM2.
O estresse pode aparecer ao receber o diagnóstico de diabetes, como uma reação ao receber este diagnóstico.
Observe se você esta desenvolvendo estresse, preste atenção nestes indicadores de estresse:
1. Aumento da frequência cardíaca sem outra causa aparente
2. Aumento da pressão arterial ou descontrole da mesma
3. Aumento da tensão muscular (dor muscular)
4. Elevação ou queda da glicemia sem outra causa aparente
O quê podemos fazer para combater o estresse secundário a um diagnóstico de diabetes:
1. Listar as situações que estão fora do seu controle. Não há cura para o diabetes, ainda. O diagnóstico foi feito e não muda.
2. Aceite seu diagnóstico, suas sensações e frustrações ao ter o diabetes. Se estiver muito difícil, procure aconselhamento psicológico ou um grupo de diabéticos para suporte.
3. Reconheça o quê você pode controlar!: você tem total domínio sobre sua glicemia. Enfrente o desafio, aderindo a uma vida saudável, com alimentação adequada, contagem de carboidratos, exercício físico e tomando sua medicação e insulina corretamente.
4. É interessante notar que o estresse desencadeado por diabetes pode muita vezes ser confundido com depressão. Mas diferentemente desta, o uso de antidepressivo não melhora o quadro. O que melhora o estresse relacionado a diabetes é aceitação da situação e atividade física. Logicamente existe a possibilidade haver uma depressão junto. Se você achar que está deprimido, converse com seu endocrinologista para que ele possa te ajudar. Neste caso há indicação de uso de antidepressivos.
O quê podemos fazer para combater o estresse Mental:
1. Primeiramente cheque se sua alteração glicêmica é secundária ao estresse. Isso é fácil. Basta anotar uma escala de ) a 10 o grau do seu estresse logo antes da fazer a dextro (ponta-de–dedo). Faça isso por uns 10 dias e veja se há correlação entre seu nível de glicose com o nível de estresse.
2. Faça mudanças em sua vida: se seu trabalho te estressa, peça transferência; se o transito te estressa, mude de rota; se você está brigando com alguém querido, faça o primeiro movimento para se acertar com esta pessoa. Resolva!
3. Outras formas de diminuir o estresse são: atividade física contínua; aulas de dança, arrumar um hobby, participar de atividades voluntárias.
4. Converse ou observe como outras pessoas lidam com estresse e veja se a solução delas serve para você.
5. Aprenda a relaxar: faça ioga, meditação. Estas atividades diminuem os hormônios relacionados ao estresse que podem alterar sua glicemia.
Um exercício simples é o da respiração: sente-se ou deita-se com braços e pernas descruzados. Respire bem fundo. Solte o máximo de ar que puder. Tente relaxar seus músculos ao soltar o ar. Repita por 5 a 20 minutos pelo menos uma vez ao dia.
6. Faça exercícios físicos.
7. Substitua pensamentos ruins por bons. Toda vez que vier um pensamento ruim, esforce-se para pensar em algo que te faça bem. Pode ser uma memória, uma prece ou mesmo uma imagem de um lugar que te traga paz.
8. Qualquer que seja o método que você escolha para relaxar pratique. Quanto mais vezes você fizer, mas rápido atingirá o nível de relaxamento.
O quê podemos fazer para combater o estresse Físico:
Algumas fontes de estresse nunca vão embora, não importa o que você faça. O fato de você ter diabetes é um deles. Ainda assim há meios de diminuir o estresse de ter que conviver com o diabetes.
1. Busque grupos de diabéticos. Há Associações de Diabéticos ou grupos na internet como Bate-Papo Diabetes no Facebook. Conhecendo pessoas com a mesma situação que você te ajudarão a se sentir menos só. Da mesma forma, conhecer como outras pessoas lidam com a diabetes pode te ajudar.
2. Pensem nos aspectos do dia-a-dia do diabetes que te estressam mais, como por exemplo, ter disciplina no horário da medicação, ter que fazer atividade física ou checar sua glicemia. Se você tiver dificuldade num destes temas, converse com alguém do seu grupo para orientação.
3. Se o peso de ter diabetes for muito para você , considere procurar ajuda profissional como psicoterapia direcionada a este tópico.

A decisão de se cuidar requer comprometimento, mas em troca você terá uma vida saudável e feliz.

FONTE: http://www.diabetes.org.br/publico/ultimas/1581-o-que-voce-precisa-saber-sobre-estresse-e-diabetes

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Cajazeiras sediará mais uma edição do Dia Mundial do Diabetes!

O município de Cajazeiras sediará mais uma edição de conscientização do Dia Mundial do Diabetes, as ações são planejadas e executadas pelo Grupo de Amigos Diabéticos em Ação- Gada e conta com patrocínio do laboratório Novo Nordisk e apoio da Faculdade Santa Maria. Estão sendo organizadas uma vasta programação e para o dia 14 de Novembro está sendo organizada uma manhã de oferta de serviços à população com início das atividades as 7:30 da manhã no parque Dom Bosco (academia da saúde), bairro capoeiras, com oferta de orientação em educação em diabetes, aferição de pressão arterial, teste de glicemia, encaminhamentos para serviços de saúde e atividades físicas.
Dando continuidade e encerrando as ações será realizada na tarde/noite do dia 14 uma sessão espacial na Câmara Municipal de Cajazeiras de propositura do Vereador Marcos Barros que debaterá as ações e a situação de diagnósticos de diabetes no município.
Para o Presidente do Gada o Jovem Ronaldo Rodrigues desde o ano de 2012 que o Gada busca ajudar e sensibilizar a população local e regional na mudança de hábitos e melhorias da qualidade de vida dos pacientes que convivem com diabetes.


Ascom Gada